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Tem dores e não sabe por quê? A termografia pode detectar a causa

Nova geração de testes vêm revolucionando a maneira de descobrir doenças

Artigo Publicado em Zero Hora dia 23/03/2013.

Porto Alegre está à frente de uma nova geração de testes que vêm revolucionando a maneira de descobrir doenças. O exame de termografia por infravermelho, feito por meio da captação do calor emitido pelo corpo, é uma novidade no país, e recentemente começou a ser aplicado em algumas cidades brasileiras, entre elas São Paulo e a capital gaúcha.

A técnica permite identificar disfunções e reconhecer doenças antes mesmo que os primeiros sintomas apareçam. Utilizado desde a década de 1990 nos Estados Unidos, esse exame vêm se mostrando um excelente aliado na detecção e prevenção de complicações que vão de contraturas musculares até o câncer de mama.

O empresário Milton da Silva Ignácio, 62 anos, é um dos porto-alegrenses que já se beneficiou com a nova técnica. Há mais de 10 anos sofrendo com dores nas pernas, Ignácio havia desistido de achar a causa do problema. Depois de ter sido desencorajado por médicos de diversas especialidades, que afirmavam não encontrar os motivos para o incômodo, o empresário teve que abrir mão inclusive do seu hobby preferido, o futebol.

A consulta com a médica Luciane Balbinot, vice-presidente da Associação Brasileira de Termografia (Abraterm), parecia ser mais uma tentativa frustrada de encontrar a causa do problema. Entretanto, a imagem gerada pelo exame mostrou uma diferença na temperatura emitida por algumas regiões das pernas de Ignácio, identificando os pontos de contratura que já há muito tempo vinham incomodando o paciente. Duas semanas depois de iniciar o tratamento recomendado pela médica, o empresário comenta os resultados com um sorriso de alívio no rosto:

– Estou com uma medicação há pouco tempo, e posso dizer que as dores já melhoraram 80%. Já estou inclusive conseguindo voltar a jogar futebol duas vezes por semana.

Exame deve ser aplicado por especialistas

A captação da imagem termográfica é um procedimento indolor e não invasivo. Consiste em uma foto tirada por uma câmera especial, que mapeia o corpo do paciente pela quantidade de calor emitida por cada região. Como a temperatura é um dos cinco sentidos vitais do ser humano – junto com o pulso, a pressão arterial, a frequência respiratória e a dor – qualquer alteração no equilíbrio térmico do corpo é um sinal de que algo não está bem.

– Esse exame identifica a provável origem da dor. É muito aplicado no tratamento e monitoramento de câncer, disfunções vasculares, hérnias, tendões, lesões musculares e na ortopedia em geral – afirma Fernando Carlos Mothes, coordenador do grupo de cirurgia de ombro da Santa Casa de Porto Alegre, que utiliza a termografia desde o final do ano passado no diagnóstico de diferentes tipos de lesões.

É um exame simples, mas é fundamental que a análise dos resultados seja feita somente por especialistas, explica Mothes:

– A diferença de temperatura pode indicar diversas complicações, e por isso é importante que seja aplicado e analisado somente por quem é capacitado para fazer o diagnóstico.

Apesar de ter sido introduzido recentemente no país, a ideia é que a termografia se torne um procedimento de triagem comum em hospitais, consultórios e postos de saúde. Por não emitir nenhum tipo de radioatividade e não oferecer risco ao paciente, ele pode ser aplicado em qualquer pessoa.

Em vídeo, a médica Luciane Balbinot explica como a termografia por infravermelho identifica problemas de saúde detectado as diferenças de temperatura do corpo de uma pessoa:


O que é o exame de termografia por infravermelho?

É um exame de imagem realizado por meio de uma câmara especial, com sensores de infravermelho, capaz de detectar emissão infravermelha do corpo humano e transformar em temperatura, que pode ser analisada em um computador. Exame não radioativo, sem contato, indolor, semelhante a uma foto.

Quais as contraindicações?
Não existe contraindicação. Crianças, gestantes e idosos estão aptos a realizar a termografia sem oferecer nenhum risco à saúde.

Quais os benefícios?
A termografia é uma imagem que documenta as regiões onde há algum tipo de desequilíbrio térmico, facilitando que o médico entenda o que está acontecendo com o paciente com dor crônica e, a partir daí, seja dado o direcionamento do tratamento adequado. Entre os seus benefícios está a possibilidade de analisar com mais rapidez e eficácia se o tratamento está dando resultado ou não.

O que a termografia pode identificar?
Detecção de risco de câncer de mama – a termografia está rapidamente se tornando um procedimento adjuvante na detecção do câncer de mama, junto com a mamografia.

Diagnóstico de dores e inflamações – eficácia no diagnóstico da maioria de dores de coluna, do pescoço e das articulações, enxaquecas e outras síndromes de dor que não respondem a tratamento.

Detecção de doenças nos estágios iniciais – o exame pode avaliar e identificar disfunções na tireoide, artrites, problemas de ATM (articulação temporo-mandibular), inflamações nas artérias carótidas (precursores de coágulos e derrame), entre outros.

Fibromialgia – é o único exame que identifica esta Síndrome dolorosa e documenta para fins periciais.

Avaliação Postural – sobrecargas biomecânicas mostram aumento de metabolismo e temperatura de grupos musculares específicos

Quanto custa o exame?
Como é um exame novo no Brasil, somente em São Paulo os planos de saúde cobrem o procedimento. Em Porto Alegre, ele pode ser realizado em consultório particular, e o valor varia de R$ 150 a R$ 600.

Detalhe ZH
Técnica foi criada como estratégia de guerra
Os sistemas de imagem por infravermelho foram originalmente desenvolvidos para uso militar nos anos 1950, numa primeira tentativa de proporcionar uma visão noturna para as tropas poderem se movimentar à noite. A técnica só foi usada para fins de diagnóstico de doenças em 1957, quando o físico canadense Ray Lawson descobriu a diferença de temperatura na pele de uma mama com tecido normal e uma com câncer.

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Avaliação de Neuropatias Autonômicas (Disautonomias)

Consiste da associação de 02 exames: Teste de Variabilidade da Freqüência Cardíaca e Termografia Plantar.

O exame consiste de um ECG de repouso de 5 minutos, associados a manobras provocativas (Testes de Ewing).

Pode-se saber se há Neuropatia Autonômica Cardíaca (NAC), muito importante em pacientes com Diabetes, Parkinson, entre outras doenças.

A termografia plantar é uma sequência de imagens plantares, tomadas antes e depois do Cold Stress test (esfriamento dos pés).

A avaliação total dura 1 hora e necessita agendamento prévio. Há orientações de preparo para o exame no momento do agendamento.

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Tratamento de Artrose

Consiste de 3 sessões de Intradermoterapia com Calcitonina e Viscosuplementação com Ácido Hialurônico.

Proporciona alívio da dor e melhora da função em menos de 1 mês.

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Eletroneuromiografia

A eletroneuromiografia é um exame que permite diagnosticar lesões de nervos e doenças dos nervos e músculos. Deve ser realizada por um profissional médico com conhecimentos da anatomia e fisiologia dessas estruturas, bem como das doenças que podem afetá-las.

O exame consiste de duas partes: a eletroneurografia e a eletromiografia.

Durante a eletroneurografia, sensores (eletrodos) adesivos são aderidos à pele sobre alguns músculos e também sobre o trajeto de alguns nervos e pequenos estímulos elétricos são aplicados em pontos capazes de produzir atividade nesses nervos e músculos, que é captada pelo equipamento. Os estímulos se parecem mais com pequenas “pancadas” do que com “choques”. São em geral muito bem tolerados, até por crianças a partir dos 6-7 anos de idade.

Um único eletrodo de agulha bem fina e flexível (gerando apenas pequeno desconforto) é inserido na pele acima de alguns músculos, e se pede ao paciente que realize algumas contrações musculares leves; o objetivo é analisar a atividade elétrica dos músculos em estudo. Novamente, o desconforto causado é mínimo e perfeitamente tolerável.

São raras as contra-indicações para o exame (consulte secretaria na marcação).

Como preparo para o exame, não utilizar cremes hidratantes em qualquer parte do corpo a ser examinada nas 12 horas anteriores ao exame, pois vestígios desses produtos dificultam a aderência dos eletrodos de eletroneurografia. Também é importante levar calções ou saias para o caso de exames dos membros inferiores, caso o paciente sinta-se constrangido de usar avental de exames.
Finalmente, lembramos que a recomendação é de que o exame seja bilateral, pois a maioria das doenças que afetam um membro também pode afetar o contralateral, e muitas vezes é importante comparar os achados de um nervo ou músculo com aqueles do membro sadio.

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Termografia Infra-vermelho Computadorizada

É um exame de imagem realizado através de uma câmara especial, com sensores de infravermelho, capaz de detectar emissão infravermelha do corpo humano e transformar em TEMPERATURA, que pode ser analisada em um computador.

Através da imagem por infravermelho se pode fazer DIAGNÓSTICO, sem nenhuma radiação, indolor e sem contato algum com o paciente. É seguro inclusive para gestantes e crianças.

 

Diagnóstico de LER/DORT através da Termografia

O que a Termografia pode diagnosticar?

  • Dor: inflamações como TENDINITES e TENOSSINOVITES ( LER/ DORT) EPICONDILITE, FASCEITE PLANTAR , PUBEÍTE.
  • CERVICALGIAS e LOMBALGIAS
  • FIBROMIALGIA: é o único exame que identifica esta Síndrome dolorosa e documenta para fins periciais.
  • NEUROPATIAS em fases iniciais: neuropatias de fibras finas como em “pés queimantes” de pacientes diabéticos e pré diabéticos, neuropatias de outra natureza, como as traumáticas que não são identificadas pela Eletroneuromiografia.
  • AVALIAÇÃO DO PÉ DIABÉTICO: risco de ulceras plantares.
  • RADICULOPATIAS SENSITIVAS: as raízes sensitivas não são identificadas pela Eletroneuromiografia mas, são documentadas pela termografia com precisão.
  • Sindrome Dolorosa Complexa Regional (“Distrofia Simpático Reflexa”): a termografia confirma e documenta esta Síndrome dolorosa de manutenção do sistema neurovegetativo simpático.
  • DOR DE DIFÍCIL DIAGNÓSTICO: diagnóstico diferencial.
  • Artrites
  • Sindrome Miofascial : identifica pontos-gatilhos miofasciais com precisão.
  • Disfunção de ATM (Articulação Temporo -Mandibular).

Pode auxiliar outros métodos:

  • Quantificar RISCO PARA Câncer de mama: auxilia no acompanhamento em grupos de risco e orienta quanto solicitar mamografia de forma mais precoce ou frequente.
  • Disfunções de tireóide: orienta solicitação de ecografia.
  • Avaliação Postural (sobrecargas biomecânicas mostram aumento de metabolismo e temperatura de grupos musculares específicos).
  • Complementa a Eletroneuromiografia na avaliação das neuropatias e radiculopatias (fibras finas e raízes sensitivas).
  • Avalia DOR DE ORIGEM CENTRAL.
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Intradermoterapia

Principais indicações: forma rápida de tratar tendinites e outras lesões em atletas profissionais ou amadores, bem como Doenças Ocupacionais, onde há pressa na melhora da dor e ganho funcional.

A Mesoterapia, registrada no CFM como INTRADERMOTERAPIA é um procedimento médico que utiliza-se da administração intradérmica de medicamentos onde a vantagem maior é a mínima dose e uma máxima eficácia.

Foi criada pelo Dr Pistor (França- década de 60) e desde lá , vem sendo progressivamente usada com vários fins terapêuticos, incluindo o tratamento da dor e inflamação osteo-muscular.
É indicada nos quadros agudos e crônicos, em traumas do esporte (nestes, com a vantagem de rápida melhora funcional e retorno ao esporte).

A injeção intradérmica é com agulha descartável especial (4 mm de profundidade e praticamente indolor) de pequena quantidade de medicamentos em pontos específicos,com medicamentos escolhidos pelo médico e de acordo com cada caso. Usa-se antinflamatórios, relaxantes musculares, vasodilatadores, analgésicos, entre outros. Não é contra-indicado para portadores de úlceras ou gastrite nem hipertensos ou diabéticos.

As contraindicações são raras e relacionam-se com alergia a medicamentos específicos, que podem ser substituídos de maneira simples.

Em casos de Tendinoses, epicondilite, fascites plantares, Neuropatias dolorosas, incluindo a Síndrome do Túnel do Carpo, o método é especialmente eficaz.

Há um protocolo para Condromalácia e para Osteoratrose de joelhos que permite um retorno mais rápido ao movimento e exercícios de reforço do que outras modalidades terapêuticas.

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Bloqueio Anestésico

A dor muscular é a queixas mais comum em serviços médicos. Em quase 100% dos casos apresenta componente de dor miofascial, ou seja, apresenta pontos dolorosos que referem dor à distância quando pressionados ou espontaneamente. Pode haver também formigamentos e limitação de movimentos por pontos gatilhos ou trigger-points.

O diagnóstico é clínico, através de exame físico detalhado que inclui palpação e uso de ALGÔMETRO para localização dos pontos gatilhos. Os exames laboratoriais são normais, mas, são solicitados para afastar outra causa dos sintomas como Radiculopatia Cervical ou Lombar, Neuropatias como Síndrome do túnel do carpo, Ciatalgia, entre outras.

Tratamento:

  • Medicações para diminuir a dor (antinflamatórios e relaxantes musculares).
  • Fisioterapia (em especial, eletroterapia e termoterapia associadas a exercícios de facilitação).
  • Bloqueios Anestésicos.

Para evitar recidivas:

  • Programas de exercícios para fortalecer a musculatura e melhorar condicionamento aeróbico.
  • Técnicas de relaxamento e medidas para reduzir tensão e ansiedade.
  • Acupuntura.

O que é Bloqueio Anestésico?

Ë procedimento com agulha e lidocaina (anestésico) realizado por médico especializado após cuidadoso exame físico auxiliado pelo dinamômetro de pressão local chamado ALGÔMETRO ou pela TERMOGRAFIA. Não há contra-indicações valorizáveis. Em geral, é pouco doloroso e de efeito imediato no alívio da dor e ganho de amplitudes da região acometida (exemplo: torcicolo, ombro congelado, etc.). Trata de maneira imediata o espasmo muscular das lombalgias relacionadas com pontos-gatilho nesta região.

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Acupuntura

Técnica de tratamento que consiste na inserção de agulhas finas e descartáveis, sem utilização de medicamentos, em locais específicos do corpo, onde há uma grande concentração de terminações nervosas, ou seja, locais muito sensíveis.

A presença da agulha nestes locais provoca um estímulo em nosso Sistema Nervoso e uma modificação no funcionamento do mesmo.

A associação dos pontos utilizados determinará a natureza desta reação, dependendo do resultado que se almeja para o tratamento de cada paciente.

Este tratamento está indicado para qualquer tipo de dor, entretanto sabe-se que as dores de natureza músculo-esquelética são a de melhor resposta, bem como as cefaleias (dores de cabeça e enxaqueca). Além disto, alguns distúrbios emocionais bem como patologias neurológicas apresentam bom resultado com o tratamento.

Para algumas patologias a utilização de acupuntura adjuvante permite a utilização de doses menores de medicação.

Cada sessão dura de 20 a 30 minutos, não requer nenhum tipo de preparo ou cuidado posterior, não apresenta contra-indicações ou efeitos colaterais significativos e sua frequência varia de 1 a 2 vezes por semana na fase aguda até sessões mensais em pacientes em manutenção.

Está indicado em pacientes portadores de outras patologias clinicas e que já utilizam muitas medicações já que a acupuntura não interfere com as medicações, não aumentado riscos à saúde, inclusive indicado em gestantes.

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Baropodometria

Baropodometria é o estudo da pisada e por consequência da postura.[1]

O centro de investigação da Universidade de Montpellier, em 1978, sob a direção do professor Rabishong, fez uma investigação de medidas computarizadas de sistemas de pressão, para o estudo estático e dinámico de cargas nos pés.

Os expertos têm certificado este método de diagnóstico para complementar as observações clínicas e proporcionar ao paciente uma análise mais compreensível e precisa. O Baropodómetro Electrónico, é um equipamento modular desenvolvido para o estudo das pressões plantares estáticas e dinâmicas, com a mais alta concepção de tecnologia, que consiste de uma passarela barosensível com sensores, em uma plataforma de aproximadamente três metros, conectada a um computador que recria imagens coloridas e dados estatísticos com um alto valor diagnóstico

O equipamento é único em seu gênero pois permite a avaliação do ciclo completo da marcha (mínimo duas pisadas) por sua configuração modular.

É um sistema de apoio para os experts, já que permite apreciar as cargas dos pés em diferentes modalidades, proporciona uma análise biomecânica e estrutural das possíveis anomalias na marcha e na postura. Os relatórios das análises obtidos pelo sistema brindam informações que complementam as observações do especialista para avaliação periódica, de diagnóstico, pre-post cirúrgica, terapéutica e / ou reabilitatória.

O Baropodómetro Eletrónico Modular Clínico é composto de uma plataforma com 4800 sensores ativos em 120 cm. e uma passarela de 200 cm de comprimento. A informação adquirida pode ser com ou sem o uso de calçados e é precisa, instantânea e permite a repetição do arquivo gravado.

O Baropodómetro Eletrónico Modular é um sistema que estuda as pressões com aplicações específicas na análise do pé. A informação das pressões (estática, dinámica e postural) é utilizada para aprofundar no diagnóstico clínico e para avaliar áreas de sub e sobre cargas.

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